
marcelinho hora
errotempo

Bem Vindos
Aqui, imagens contam histórias que as palavras buscam alcançar!
ERROTEMPO
Mergulhar é necessário. Esta frase explica poeticamente as reações do ERROTEMPO. Como no fundo do mar, encontrei-me com uma preciosidade de projeto fotográfico, o qual, pela luminosidade quântica, deixou-me momentaneamente cega a respeito das origens do tesouro, mas absolutamente presa ao presente. resa pela força saturada das imagens através das [des]construções dos inúmeros efeitos que fazem boiar a superfície fotográfica. Diferentes e tão próximos de mim, os ruídos parecem familiares na intimidade, parecem momentos de vidas atemporais na sinergia entre o real e o virtual. Parecem minha identidade mutante.
Acredito na potência que expande para além das pupilas dilatas no fundo do copo com água do cotidiano.Neste estão transbordados os vestígios da contemporaneidade e suscitam o paladar inquietante dos processos criativos, da apropriação, da transcriação e do princípio das coisas, a liberdade de expressão/artística. E para a secura das pressões diárias desejo atravessamentos imersos. Pois, o maior erro no tempo é nossa foto 3x4 que, no instante, é velha demais, aprisionada demais aos aparelhos de controle social.
Que o ERROTEMPO nos faça aprender sempre mais a mergulhar na liberdade.
Por Vanderléa Cardoso


Sobre Marcelinho Hora
Na confluência entre dissonância e harmonia, nasce uma expressão artística que transcende fronteiras. Da música, incorpora a rebeldia e a microfonia; do vídeo e do design, absorve o apuro estético e a liberdade experimental. Esta integração de linguagens dá vida ao projeto 'errotempo', um mergulho profundo no universo da fotografia expandida. Rompendo com tradições visuais cristalizadas, a obra utiliza novas tecnologias como ferramentas de manipulação imagética, celebrando os processos criativos como parte essencial da expressão. Cada criação é um convite à percepção renovada, um portal para experiências sensoriais que desafiam o olhar condicionado.
A trajetória artística inclui participações em mostras significativas como 'Ritos e Rituais' e 'Narrativas e Alteridade' no Festival de Fotografia de Tiradentes, 'Encontros de Agosto' em Fortaleza, e intervenções na Red Bull Station em São Paulo. O trabalho também esteve presente na Exposição 'Oriente em Risco' em Belo Horizonte, na Feira Cavalete no Museu da Imagem e do Som em São Paulo, e na exposição 'Autorretrato, Atalho para minha Poética' durante o 14º Paraty em Foco. No 'FotoSururu – I Encontro de Fotografia Criativa' em Maceió, além da exposição, houve a apresentação da palestra 'Errotempo: A Inquietação do Processo Criativo como Ferramenta de Apropriação, Transcriação e Liberdade de Expressão Artística' e a oficina 'Fotografia Expandida: Memória, Processos e Possibilidades'. O projeto 'não dito' também integrou as Projeções da 5ª Edição do Pequeno Encontro da Fotografia. Cada obra é um convite ao erro como potência criativa, ao tempo como matéria maleável, à imagem como campo de infinitas possibilidades.
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